Mostrando postagens com marcador Comentários Eleison. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comentários Eleison. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
DOM WILLIAMSON E SEUS OLHARES PARA ROMA MODERNISTA.
“Medicamos Babilônia e não há sanado.
Abandonemo-la!” Jeremias 51,9
Prezados
amigos,
Salve Maria!
Os escândalos do líder da “Resistência”
não cessam. Talvez “o
cansaço de resistir” tenha falado mais alto. Do que falo, senão do Comentário Eleison nº. 495 publicado
por Dom Richard Williamson no dia sete de janeiro deste ano. Não é a primeira
vez que Dom Williamson escreve/diz coisas semelhantes. Certa vez ele teria dito
que pegaria
o próximo avião para Roma, caso o Papa Francisco lhe autorizasse a fundar
uma Sociedade. Bom, para
defendê-lo, foi dito que Dom Williamson acreditava não teria autoridade
para fundar Congregações e organismos do tipo, e que precisaria de uma autorização do Papa Francisco. Acontece
que posteriormente foi fundada uma Congregação que intitularam “Sociedade
Sacerdotal dos Apóstolos de Jesus e Maria”, por Dom
Faure, bispo da “Resistência”. Inclusive, mandaram
cantar o “Te Deum” por essa
fundação. Para, então, justificar a ereção desta nova Congregação, lançou-se
mão desse
texto.
Bom, se Dom Williamson e os bispos da
“Resistência” agora dizem ter “autoridade” para erigir Congregações e etc. fica
a pergunta: Porque pegar o próximo avião para Roma, se não é necessária a
aprovação desta?
A resposta foi dada no Comentário Eleison objeto da análise
deste texto. O que ele diz? “[...] por mais profunda que seja a corrupção
conciliar em Roma, os católicos ainda devem
olhar para Roma.” e “[...] Os Tradicionalistas podem dizer que os
quatro Cardeais e o Sr. Jalsevac são vítimas
do Vaticano II...” (não contém grifos no texto original).
Faremos uma contraposição com textos
de bispos verdadeiramente tradicionais e veremos o quanto o pensamento de Dom
Williamson distancia do pensamento de Dom Antônio e Dom Lefebvre. Passaremos a
análise de textos de Dom Antônio de Castro Mayer e Dom Marcel Lefebvre:
Dom Antônio, diz: “O Segundo Concílio
do Vaticano constitui-se uma anti-Igreja... Por isso, dizemos que o Vaticano II
firmou-se como a anti-Igreja. Consequência: quem adere ao Vaticano II, sem
restrição, só por esse fato, desliga-se
da verdadeira Igreja de Cristo. Ninguém pode, ao mesmo tempo, ser
católico e subscrever tudo quanto estabeleceu no Concílio Vaticano II. Diríamos que a melhor maneira de
abandonar a Igreja de Cristo, Católica Apostólica Romana é aceitar, sem
reservas o que ensinou e propôs o Concílio Vaticano II. Ele é a
anti-Igreja”. Este texto foi publicado no Heri
et Hodie, nº. 33, setembro de 1986 e na Revista Permanência, nº. 218-219,
janeiro-fevereiro de 1987. Trecho retirado do livro: “O Pensamento de Dom
Antônio de Castro Mayer”, páginas 17 e 18, Editora Permanência, 2010, Rio de
Janeiro.
Dom Antônio diz ainda: “E uma
observação radical, sobre o que se passa em meios católicos, leva à persuasão
de que, realmente, após o Concílio,
existe uma nova Igreja essencialmente distinta daquela conhecida, antes
do grande Sínodo, como única Igreja de Cristo... Estamos, pois diante de uma
nova religião, a religião do homem”. Este texto foi publicado no Boletim
Diocesano, abril de 1972. Trecho retirado do livro: “O Pensamento de Dom
Antônio de Castro Mayer”, páginas 21 e 22, Editora Permanência, 2010, Rio de
Janeiro.
E, por fim, “... estamos com uma
igreja nova, portanto, com uma fé nova... Trata-se de uma igreja evolutiva,
modificando-se sempre para adaptar ao fluxo da História, que não retorna. Já
ninguém mais duvida de que essa igreja não é a Igreja Católica da Tradição que
remonta dos tempos dos apóstolos. Trata-se,
pois, agora de persuadir o povo de que essa é a Igreja Verdadeira, a Igreja de
Jesus Cristo”. Este texto foi publicado no Monitor Capista, 04/09/1983.
Trecho retirado do livro: “O Pensamento de Dom Antônio de Castro Mayer”, página
47, Editora Permanência, 2010, Rio de Janeiro.
Bom, se a igreja conciliar é a Igreja
Verdadeira, há motivos de sobra para “olhar para Roma”. Entretanto, se essa igreja,
denominada por eles mesmos como igreja conciliar, igreja nova, não é a Igreja
Católica Apostólica Romana, “olhar para Roma” é um ato que conduz a apostasia.
Dom Antônio acertou em cheio quando disse: “trata-se, pois, agora de persuadir
o povo de que essa é a Igreja Verdadeira”. Querem nos fazer crer que essa
igreja moderna é Católica.
Dom Lefebvre, no livro “Carta abertaaos católicos perplexos” na página 128, diz textualmente: “Eu não sou desta religião. Não aceito esta nova religião. É
uma religião liberal, modernista, que tem seu culto, seus sacerdotes, sua fé,
seus catecismos, sua Bíblia ecumênica traduzida por católicos, judeus,
protestantes, anglicanos, agradando a gregos e troianos, dando satisfação a
todo o mundo, sacrificando muito frequentemente a interpretação do Magistério”.
O que fazer “olhando” para religião a qual Dom Lefebvre não pertencia?
A Sagrada Escritura nos conta que “viu,
pois, a mulher que o fruto era bom para comer, formoso aos olhos e desejável
para alcançar a sabedoria e tirou do fruto dela e comeu...” (Gen. III,6).
Vejam, meus caros, do olhar, do contemplar, do deleitar naquilo que era
proibido saiu o Pecado Original que tanto dano causou e causa a todos os
homens. Essa contemplação daquilo que é proibido pode nos fazer perder a alma.
Esse diálogo entre a Eva e a Serpente fez soçobrar toda a humanidade quase numa
treva sem fim. Se a mulher não tivesse dado ouvidos à Serpente e não tivesse
“olhado”, contemplado aquele fruto proibido por Deus, nada do que conhecemos hoje
havia sucedido. O Imitação de Cristo pergunta: “Para quer queres ver o que não
te é lícito possuir?” (Livro I, cap. 20)
Dom Lefebvre teria dito a Dom
Williamson: “Estaria muito feliz de ser excomungado desta Igreja Conciliar... É
uma Igreja que eu não reconheço. Eu pertenço a Igreja Católica”. (Minute 30
Julho de 1976). “A Igreja que afirma tais erros é tanto cismática como
herética. Esta Igreja Conciliar portanto, não é católica. (Julho 29
de 1976, Reflexões sobre a Suspensão a Divinis) e “É um dever estrito para
o padre que quer permanecer católico de se separar desta igreja conciliar,
enquanto ela não reencontrar o caminho da Tradição do Magistério e da Fé
católica”. (Livro Itinerário espiritual, 1991) Fonte.
A segunda parte a ser analisada é a
declaração, no CE, de que “[...] Os Tradicionalistas podem dizer que os quatro
Cardeais e o Sr. Jalsevac são vítimas
do Vaticano II...”. (grifos meus). Vejamos primeiro que são esses quatro
cardeais:
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Os frutos da “igreja misteriosamente unida”.
Prezados
amigos.
Salve
Maria!
Esta
semana, a impressa nos deu a conhecer duas notícias sobre o Papa Francisco e
sua igreja conciliar. Trataremos, nesta breve postagem sobre estas duas
notícias. A primeira é que Francisco
conferiu (ou tem conferido) absolvição
no sacramento da penitência, sem penitência. E a segunda é que Francisco
está pensando em criar um diaconato feminino. É isso mesmo! Vamos por
partes:
segunda-feira, 21 de março de 2016
Vídeo - Dom Williamson e a Missa Nova.
Prezados
amigos,
Salve
Maria!
Uma
alma caridosa teve a bondade de legendar e traduzir para o português o vídeo onde Dom Williamson se
contradiz várias vezes a respeito da assistência da Missa Nova. Não queremos
entrar novamente nesta discussão, porque, para os integrantes desta Missão a
cereja já foi colocada no bolo, mas, para quem não tinha visto/ouvido, vale a
pena contar quantas vezes o aludido bispo se contradiz em menos de 12 minutos. Um
recado, apenas: “Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa
além disto vem do Maligno.” São Mateus, cap. V, 37.
Vídeo
visto em: Missão
Nossa Senhora das Graças.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
IMPERDÍVEL: Pe. Cardozo responde a polêmica da inexistência de milagres fora da Igreja e outros assuntos.
Salve
Maria!
Tivemos
a graça e a felicidade de termos duas Santas Missas em Contagem/MG na Missão Nossa Senhora das Graças, nos dias 26
e 27 de fevereiro deste ano. Na oportunidade, o Padre Ernesto Cardozo, nos
sermões e catequeses, tratou do polêmico tema da inexistência de milagres fora
da Igreja e toda a questão que envolve este tema. Acontece que o padre não
apenas afirmou, senão, PROVOU tudo o que foi alegado por ele, desde o início.
Falou sobre os Comentários Eleison do Dom Williamson, do Dom Faure e do Dom
Tomás de Aquino, OSB.
Demonstrou,
com base na Doutrina da Igreja e nos escritos de Dom Marcel Lefebvre que a
posição de todas estas figuras acima narradas encontram-se divorciadas da
Doutrina da Igreja e do senso comum.
Os
vídeos seguem nesta ordem: Dia 26/02 - Introdução (parte 1 e 2) e Catequese;
dia 27/02 – Sermão (partes 1, 2 e 3). Degustem e APRENDAM!
Marcadores:
Catecismo,
Comentários Eleison,
Conferência,
Crise,
Dom Faure,
Dom Tomás de Aquino,
Missa Nova,
Mons. Williamson,
Pe. Cardozo,
Sermões,
Vídeos
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Francisco sem Deus.
Comentários Eleison – por D.
Williamson
CCCXXVII – 19 de outubro de 2.013
Os católicos que guardam
algum senso real de sua fé estão sendo escandalizados pelas palavras e ações do
homem que está atualmente sentado na cadeira de Pedro. Quase se pode perguntar
se ele foi posto lá para destruir o que ainda resta da Igreja Católica. Como um
verdadeiro filho do Vaticano II, ele está se desviando de Deus e se voltando
para o homem. Aqui, por exemplo, estão as primeiras nove de onze citações chave
extraídas (não por mim) de uma entrevista dada por Francisco em 24 de setembro
para um editor ateu de um jornal italiano.
As citações de 2 a 5 referem-se à Igreja (eu
resumo): 2 A administração da Igreja
deve ser mais horizontal e menos vertical. 3 A Cúria Romana está muito preocupada em
servir a si mesma. É preciso se voltar para o povo. 4 O Papa não deve mais ser um rei cercado por cortesãos lisonjeiros.
5 Muitos padres estão mais voltados para
si, sendo assim obstáculos ao cristianismo. Ora, citações como essas irão
obviamente satisfazer um público moderno e democrático que nunca gostou de que
a Igreja oficial lhe dissesse o que fazer. Mas estariam essas citações sendo
honestas ou justas com os inúmeros Papas, Cúrias, Administrações e padres que
antes de Francisco mantiveram por 1900 anos a estrutura da Igreja pela salvação
das almas? Irá Francisco, pelo contrário, deixar alguma estrutura de pé e
alguma alma salva atrás dele?
As citações 1 e 6
referem-se ao mundo: 1 Sob a minha
guarda, a Igreja ficará fora da política. Para deixar o homem democrático
se atirar no inferno? 6 Os dois
piores problemas do mundo hoje são os jovens desempregados e a solidão dos
idosos. Ora, esses são dois problemas humanos reais de hoje, mas por quê?
Não é porque precisamente clérigos como Francisco deixam a política para
políticos que priorizam o dinheiro em detrimento dos jovens? E porque clérigos
como ele se recusam a cumprir aquelas leis da Igreja que ao manter a família
unida ajudam a cuidar dos idosos?
As citações 7 a 9 referem-se à
religião: 9 Jesus nos deu apenas um
caminho de salvação: o amor ao próximo. Mas o amor ao próximo sem antes o
amor de Deus, se torna ódio ao vizinho, como ocorre, por exemplo, no
comunismo. 7a Converter pessoas não
tem sentido. Faz o maior sentido se, como é o caso, ninguém pode atingir o
Paraíso sem acreditar em Deus e em seu Divino Filho: Jesus Cristo! 7b Nós devemos todos nos misturar e mover uns
aos outros para o Bem. Mas nós devemos todos nos mover uns aos outros em
direção a Deus. O que mais é o Bem? Se Francisco não menciona Deus, quem
irá acreditar em Deus?
A citação 8 é a mais grave
de todas: 8a “Eu acredito em
Deus, não um Deus católico, não há Deus católico”. Isto é gravemente
enganoso. Verdade, Deus é o Deus de todos os homens, mas ele instituiu para
todos os homens uma religião, e somente uma religião, e essa religião é a
católica. Assim o Deus do Catolicismo é o único Deus verdadeiro. 8b“Jesus é sua encarnação, meu guia e meu
pastor, mas Deus, o Pai, Abba, é a luz e o Criador”. Também é gravemente
enganoso. Esse “mas” não sugere que
Jesus não é o Criador? Será que Francisco crê que Jesus seja algo mais do que
apenas um homem? 8c “Cada um tem sua
própria idéia de bem e mal e deve escolher seguir o bem e lutar contra o que
considera o mal”. Isso não só é absolutamente enganoso, mas é a negação de
toda moralidade objetiva, a negação dos princípios da moralidade católica. É um
convite a todos os homens para que ajam do jeito que quiserem. Vindo do homem
que por todas as aparências é um Papa Católico, é pura insanidade.
O
Papa Francisco pode alegar que ele está tentando chegar até o homem
moderno, mas chegar até ele sem Deus é como pular num rio perigoso para ajudar
um homem que se afoga sem uma corda presa à margem. Irá se afogar junto com
ele. Sua Santidade, o senhor não está ajudando, mas se afogando!
Kyrie Eleison.
Fonte: SPES
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Pode-se assistir Missas da FSSPX?
Comentários Eleison – por
Dom Williamson
CCCXXIII – (323) – (21
de setembro de 2013):
QUEDA HORRÍVEL III
No último mês de junho, foi prometido
aos leitores destes “Comentários” um terceiro artigo sobre a horrível queda da
Fraternidade Sacerdotal São Pio X, visando a considerar o que pode ser feito.
Apenas recentemente apareceu no site “Avec l’Imaculée” um artigo com algumas
boas respostas a essa questão, começando com a questão de se os católicos podem
freqüentar as Missas da FSSPX. Eu resumo e adapto:
Em 1984, um Indulto de Roma permitiu que a Missa Tridentina fosse celebrada,
sob certas condições, dentro da estrutura da Igreja oficial. Perguntado se os
católicos poderiam freqüentar essas Missas, o Arcebispo Lefebvre respondeu logo
em seguida que eles não deveriam, porque sua reentrada na estrutura da Igreja mainstream sob aquelas condições
seria equivalente a aceitar o Vaticano II e suas reformas subseqüentes. Os
padres rezando Missa do Indulto não seriam capazes de falar livremente, e ao
aceitarem implicitamente a Nova Missa com o Indulto, eles correriam o risco de
cair na nova religião conciliar, levando seus fiéis com eles.
Em 2012, o Bispo Fellay declarou que a Nova Missa foi
legitimamente promulgada, o que é o mesmo que dizer que ela é legítima. Ele
segue reprimindo as críticas ao Vaticano II e, enquanto continua mantendo
padres e fieis no escuro tanto quanto lhe é possível no tocante ao que
realmente pretende, ele constantemente promove as idéias de sua Declaração
pró-conciliar de abril de 2012. Portanto,
assim como o Arcebispo rejeitou a freqüência na Missa do Indulto, agora, como
regra geral, freqüentar as Missas da FSSPX deve ser rejeitado, porque mesmo se
sua Missa particular continua sendo celebrada de acordo com a Tradição, a FSSPX
está sendo remodelada em geral como uma estrutura dentro da qual a nova religião
conciliar vem sendo menos e menos desaprovada, e por isso há mais e mais perigo
em freqüentar suas Missas. (grifos nossos)
Entretanto, os padres particulares da FSSPX variam entre os genuinamente
tradicionais e os virtualmente conciliares. Obviamente há menos perigo em
freqüentar as Missas dos primeiros que as destes últimos, mas se o padre aceita
tanto defender e aprovar a nova direção imposta pelo QG da FSSPX, ou se ele
persegue e exclui dos sacramentos qualquer um que tome parte na Resistência, estes
são dois sinais de que suas Missas devem ser evitadas, especialmente se há a
Missa de um padre resistente não muito distante. Mas há circunstâncias que
também entram no jogo, como aquelas em que, por exemplo, há o risco de uma
criança sendo tirada de uma escola decente da FSSPX, o que pode justificar a
freqüência em um local de Missa da Fraternidade. Quando o tronco de uma árvore
está podre, ainda pode haver ramos de onde brotam folhas verdes.
O fato é que o tronco da FSSPX está mortalmente ferido, sem esperança,
humanamente falando, de recuperação. Como a Sinagoga entre a morte de Nosso
Senhor na Cruz e a destruição de Jerusalém em 70 d.C., ela está levando a morte
dentro dela, mas ainda não está morta. Os Apóstolos pregavam ali, e os bons
judeus ainda assistiam, mas todos eles foram perseguidos e eventualmente
expulsos. Se um católico pode ver hoje que por todo o corpo da FSSPX, de cima a
baixo, o vírus mortal de uma mentalidade conciliar disfarçada está se
propagando, ele deve agir no sentido de ajudar a resgatar tantas almas quanto
lhe for possível antes que elas naufraguem na fé com o barco salva-vidas que
está afundando.
Que eles modelem suas próprias convicções, lendo tudo o que tiver ao seu
alcance, a começar pela troca de cartas entre os três bispos e o Bispo Fellay
em abril de 2012. Que eles falem aos padres e colegas paroquianos para
coordenar, por exemplo, a construção de refúgios para padres que podem não ter
outro meio para agir. Há muito a ser feito, mas há poucos, no momento, para
fazerem. Que Deus esteja com esses poucos.
Kyrie eleison.
Fonte: Borboletas ao luar
Assinar:
Postagens (Atom)



