| Clique na foto para lê-la. |
segunda-feira, 21 de abril de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
Sermão da quinta feira da Paixão - Pe. Cardozo fala sobre a pena de morte.
Prezados amigos,
Salve Maria!
Abaixo o sermão da quinta
feira da Paixão e a transcrição do mesmo, proferido pelo Pe. Ernesto Cardozo, em Betim/MG, onde trata
como tema principal a legitimidade da pena de morte.
Fiquem com Deus.
*****
Transcrição:
“Esta bela passagem do perdão
da Madalena, nos lembra esta frase tão bonita que diz: Lhe são perdoado muito
porque tem amado muito, mas atenção porque não falta os prontos modernistas que
dizem lhe tem amado muito por conta das relações apaixonadas que tiveram. Isso
não é amor, é paixão. Amou muito porque demonstrou. Amou aos pés de Jesus.
Chorando seus pecados e enxugando-os com os seus perfumes e suas lágrimas.
Neste ato está mostrando o amor que teve por Deus e arrependimento dos seus
pecados. Lhe tem perdoado muito porque tem amado muito.
Dias passados tivemos
uma conversa muito interessante, umas semanas atrás estava no México, e como
vocês sabem, México é um pais um pouquinho (...) e tem pessoas no México que
tem pedido, por exemplo, a pena de morte para os seqüestradores, porque
seqüestram crianças, torturam crianças, as meninas e torturam-nas. Então se
discutiu se a pena de morte é uma coisa lícita. E alguns disseram: ‘Não” Não
pode ser uma coisa lícita porque vai contra o V Mandamento: Não matarás’. Então
eu queria dizer-lhes uma coisa: No Antigo Testamento, quanto fala sobre o V
Mandamento diz: ‘Não matarás o justo’. Inclusive, no Antigo Testamento, Deus
manda a pena de morte para alguns casos, por exemplo, um filho que insultasse
seus pais estava condenado a pena de morte. Vejam isso, um filho que
amaldiçoasse os seus pais era condenado a pena de morte. Enfim, e dentre tantos
casos, em caso de adultério também. É lícito ou não é lícito? Clarividente que
sim! Ou seja, a Igreja sempre permitiu com base na Tradição; já no Antigo
Testamento era permitido, e no Novo Testamento também, desde que se cumpra os
limites [requisitos] que se trata de estar certo o máximo possível a certeza da
culpabilidade. Uma vez estava dando uma palestra sobre os Santos Incorruptos,
em Madrid, e havia entre as pessoas que estava ouvido a palestra, um General da
Legião Estrangeira Espanhola e quando acabou a palestra, o General da Legião
Estrangeira me disse: ‘Padre, quando for a Córdova, na Espanha, trate de falar
com o Major Fulano de Tal, ele te vai contar um caso muito interessante. E
assim arranjamos, passei por Córdova, fui a um bairro onde se encontravam os
Legionários já reformados, e pedi para falar com um dos que estavam ai, um dos
alto graus dos Legionários e ele me contou esta história, que vem ao caso:
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Cruz: A vergonha de Bergoglio.
Geovanne Maria Moreira.
“Se alguém se envergonhar de mim e das
minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na
sua glória, na glória de seu Pai e dos santos anjos”. (São Lucas IX,26)
Prezados amigos,
Salve Maria!
Ainda há muitas profecias,
tanto das Sagradas Escrituras quanto dos santos, para se cumprirem. As
profecias de Nossa Senhora quando da sua aparição em La Salette é uma das que
mais chocaram e chocam os cristãos ao ver a Igreja de Cristo ser tomada pelos hereges
e cismáticos até mesmo nos altos postos da Hierarquia oficiosa. Impressiona-nos
também ver a quantidade de supostos católicos indo ladeira a baixo como cegos
guiados por outros cegos [1] simplesmente por medinho sentimentalóide
carismático de incorrer numa pretensa desobediência à hierarquia apodrecida. O
discurso é o mesmo: Bergoglio (Cardeal de Buenos Aires) eleito bispo de Roma, por mais que ele diga e
faça coisas tendenciosas à heresia ou mesmo aja de modo contrário à 2.000 anos
de Tradição, “não podemos julgá-lo.
Devemos obedecê-lo e rezar por ele”. Rezar por ele, até concordamos, haja vista
que ele merece e precisa de conversão, sobretudo com relação as últimas mostras
da sua ortodoxia católica (ironic mode on).
É triste vermos “pessoas
boas” que, se apartassem do carismatismo e desta cegueira ideológica,
poderiam até fazer um bom apostolado em favor da Igreja de Deus. Tendo em vista
que Deus respeita a opção de cada um em estar a favor de Jesus Cristo ou estar
com Belial, entretanto, Ele dá a paga segundo as suas obras [2].
Acontece que este não é o
tema deste pequeno artigo. Trataremos de um assunto de maior importância.
Trataremos da negação do Papa
Francisco ao seu suposto superior. É sabido que qualquer Pontífice exerce um
poder limitado e é (ou deveria ser) submisso ao seu Cristo, do qual ele, o
Papa, é vigário. Nosso Senhor disse que o servo não é maior que o senhor. [3]
É interessante pensar que,
ao entrarmos em qualquer repartição, vemos sempre em lugar de destaque um belo
quadro com um retrato do seu fundador ou presidente. Até mesmo nas casas, as
fotos dos entes queridos, vivos ou defuntos, estão sempre estampadas em belos
quadros ou porta-retratos. As pessoas amadas devem ser sempre lembradas, por
estas e outras razões, cunham-se imagens de Nosso Senhor, da Virgem dos Santos
e etc.
Será
que é possível que alguém se envergonhe da estampa, da fotografia, da escultura
ou da lembrança de algum ente querido? Não penso que isso seja possível, a não
ser que este ente não seja, assim, tão querido.
Pois bem. Já publicamos um
pequeno texto sobre o reinado
protestante do Papa Francisco
onde podemos notar claramente que o seu pontificado (por estas e por muitas
tantas coisas) não é um pontificado católico. Não bastasse ser o Papa dos protestantes, também é o Papa
dos judeus.
As Sagradas Escrituras
dizem que Cristo crucificado é escândalo para os judeus e loucura para os
pagãos [4] e, de fato assim é. É sabido que os judeus não toleram a Cruz e o
Cristo. Para que se tenha uma idéia disso, basta que se leia os Evangelhos.
Pois bem, não é de hoje
que Francisco, mesmo quando Cardeal,
parecia se envergonhar da cruz de Cristo. Numa ocasião em que o Cardeal
Bergoglio participa diretamente de um culto judaico, o mesmo aparece sem a cruz
peitoral.
Santa Missa de Sempre no mês de abril em Betim e Contagem/MG.
A Missão Sagrada Família de Betim/MG
tem a alegria de informar que nos dias 10 e 11 de abril teremos Santa Missa de
Sempre em Betim e Contagem /MG, respectivamente, celebradas
pelo Padre Cardozo.
A Missa do dia 10 de abril (quinta-feira)
será celebrada as 19:30 impreterivelmente, precedida de confissão
auricular na cidade de Betim/MG no seguinte endereço: Rua Maria
Geralda de Oliveira, (antiga Rua 11) nº. 274, bairro Quinta dos Godoy, em
Betim/MG. Telefone para contato: (31) 3596-5097.
Já a Missa em Contagem/MG será celebrada no dia 11 de abril (sexta-feira),
impreterivelmente as 19:30, também precedida de confissão auricular
para quem quiser/precisar. Esta será celebrada na casa do Sr. Walmir e Sra.
Cristina, como costumeiramente, que se localiza na Rua Teodoro Fernandes
dos Santos, n°. 391, bairro Riacho em Contagem/MG,. Telefone para contato: (31)
3356-0563.
Aguardamos todos lá, com a graça de
Deus.
Antes das Missas, rezaremos o Santo
Terço.
No Coração da Virgem.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Fotos e vídeos da visita da Missão Sagrada Família de Betim/MG ao Mosteiro Nossa Senhora da Fé e do Rosário em Candeias/BA.
Prezados amigos,
Salve Maria!
A Missão Sagrada Família de Betim/MG,
teve o prazer de visitar os monges do Mosteiro
Nossa Senhora da Fé e do Rosário na cidade de Candeias/BA.
Na sexta-feira da segunda semana
da Quaresma, Santa Missa as 6:30 e as 16:00 Via Sacra (fotos e sermões abaixo). No sábado, Santa
Missa no mesmo horário.
Ficamos muito felizes em
conhecer os Padres Jahir e Joaquim e outros irmãos monges. Conheça mais a Família Beatae
Mariae Virginis.
Ps.: As fotos e os sermões podem
ser divulgados livremente, entretanto, proíbe-se a mutilação das mesmas para
retirar a referência deste blog.
Sermão e fotos da Santa Missa da sexta-feira da segunda semana da Quaresma:
terça-feira, 25 de março de 2014
XXIII aniversário de morte de Mons. Lefebvre.
“Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento
os tocará”. (Livro da Sabedoria III,1)
Considerada a morte à luz deste mundo, nos espanta e inspira
temor; mas, segundo a luz da fé, é desejável e consoladora. Parece terrível aos
pecadores; mas aos olhos dos justos se apresenta amável e preciosa. Preciosa, —
disse São Bernardo — porque é o termo dos trabalhos, a coroa da vitória, a
porta da vida”. E, na verdade, a morte é termo de penas e trabalhos. O homem
nascido de mulher vive curto tempo e está sujeito a muitas misérias (Jó 14,1).
Eis aí o que é a nossa vida, curta e cheia de misérias, enfermidades,
inquietações e sofrimentos.
Deus chama bem-aventurados aos que morrem na sua graça, porque
acabam os trabalhos e começam a descansar. “Bem-aventurados os mortos que
morrem no Senhor. Desde hoje — disse o Espírito Santo — que descansem de seus
trabalhos” (Ap 14,13).
Os tormentos que afligem os pecadores na hora da morte não afligem
os Santos. “As almas dos justos estão nas mãos de Deus, e não os atingirá o tormento
da morte” (Sb 3,1). Não temem os Santos aquela ordem de sair desta vida, que
tanto amedronta aos mundanos, nem se afligem por terem de deixar os bens da
terra, porque nunca apegaram a eles o seu coração. “Deus do meu coração —
repetiram sempre; Deus meu por toda a eternidade” (Sl 72,26). Sois felizes, —
escrevia o Apóstolo a seus discípulos, que tinham sido despojados de seus bens
por terem confessado a Cristo. — Suportastes essa perda com alegria, sabendo
que vos esperava patrimônio mais excelente e duradouro (Hb 10,34). Não se
afligem os Santos por terem de deixar honras mundanas, pois sempre as
desprezaram e as tiveram na conta do que são efetivamente: fumo e vaidade, e
somente estimaram a honra de amar a Deus e de ser por Ele amados. Não se
afligem por terem de deixar seus parentes, porque somente os amaram em Deus, e,
ao morrer, os deixam recomendados àquele Pai celestial que os ama mais do que
eles; e esperando salvar-se, crêem que melhor lhes poderão ajudar lá no céu do
que ficando na terra. Em suma: todos aqueles que disseram sempre durante a vida
Meu Deus e meu tudo, repetem-no ainda com maior consolo e ternura no momento da
morte.
Quem morre no amor de Deus, não se inquieta com as dores que
acompanham a morte, antes se compraz nelas, considerando que a vida vai-se acabar
e que já não terá mais a sofrer por Deus nem a testemunhar-lhe novas provas de
amor. Assim, com afeto e paz, lhe oferece os últimos restos da sua vida e
consola-se, unindo o sacrifício de sua morte ao sacrifício que Jesus Cristo
ofereceu por nós na cruz a seu eterno Pai. Desta maneira morre satisfeito, dizendo:
“Em seu seio dormirei e descansarei em paz” (Sl 4,8). Que felicidade morrer
entregando- se nos braços de Cristo, que nos amou até à morte, e que quis sofrer
morte tão cruel para alcançar-nos morte doce e consoladora!
Lê-se,
na vida dos Padres, que um deles, de idade avançada, na hora da morte, ria-se
enquanto seus companheiros choravam. E como lhe perguntassem o motivo de seu
contentamento, respondeu: “E por que é que chorais, sendo que vou descansar de
meus trabalhos?”.
Também Santa Catarina de Sena disse ao morrer: “Consolai-vos
comigo, porque deixo este vale de lágrimas e vou para a pátria da paz”. Se
alguém — disse São Cipriano — habitasse numa casa cujas paredes ameaçassem
ruínas, cujo pavimento e teto estremecessem, quanto não desejaria sair dela?...
Nesta vida tudo ameaça ruína da alma: o mundo, o inferno, as paixões, os
sentidos rebeldes, tudo nos leva ao pecado e à morte eterna. Quem me livrará — ex-clamava
o Apóstolo — deste corpo de morte? (Rm 7,24). Que alegria sentirá a alma quando
ouvir: “Vem, minha esposa, sai do lugar do pranto, da cova dos leões que te
quiseram devorar e fazer perder a graça divina (Ct 4,11). Por isso, São Paulo,
desejando morrer, dizia que Jesus Cristo era a sua única vida, e que estimava a
morte como o maior tesouro que pudesse ganhar, já que por meio dela alcançaria
a vida que jamais tem fim (Fp 2,21).
Com
razão disse São Bruno que a nossa morte não se deve chamar morte, senão vida.
Daí vem o chamar-se nascimento a morte dos Santos, porque nesse
instante nascem para a bem-aventurança eterna, que não terá fim. “Para o justo
— disse Santo Atanásio — não há morte, apenas trânsito, porque, para ele,
morrer não é outra coisa que passar para a eternidade feliz. “Ó morte amável! —
exclama Santo Agostinho — quem não tem te desejará, pois és fim dos trabalhos,
termo das angústias, princípio do descanso!” E com instância pedia: Oxalá
morresse, Senhor, para vos poder ver! O pecador teme a morte — diz São
Cipriano, — porque da vida temporal passará à morte eterna, mas não aquele que,
estando na graça de Deus, há de passar da morte à vida.
Excerto do livro “Preparação para a morte” de Santo Afonso Maria
de Ligório.
segunda-feira, 10 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
O preço da nossa redenção - São Tomás de Aquino.
São
Tomás de Aquino
«fostes
comprados por um grande preço» (1 Cor 6, 20)
A injúria ou sofrimento
mede-se pela dignidade do lesado: sofre maior injúria o rei, se esbofeteado, do que sofreria
alguma pessoa privada. Ora, a
dignidade da pessoa de Cristo é infinita, pois é uma pessoa divina. Portanto,
qualquer sofrimento seu, por menor que seja, é infinito. Por conseqüência, qualquer sofrimento
seu seria suficiente para a redenção de todo o gênero humano, mesmo sem sua
morte.
Diz S. Bernardo que a
menor gota de sangue de Cristo bastaria para a redenção do gênero humano. Ora, Cristo poderia ter
derramado uma única gota de seu sangue sem morrer, logo, era possível que,
mesmo sem morrer, redimisse todo o gênero humano com algum sofrimento seu.
Para se efetuar uma
compra, duas coisas fazem-se necessárias: o montante do preço e sua destinação
para a compra. Se alguém dá um valor
inferior ao da coisa que se quer adquirir, não se diz que houve compra, mas que
houve compra em parte e doação em parte: por exemplo, se alguém comprar um
livro que vale vinte libras com apenas dez, em parte comprou o livro e em
parte, o livro lhe foi dado. Do mesmo modo, se desse um valor mais alto mas não
o destinasse à compra do livro, não se poderia dizer que houve compra.
Se, portanto, tratamos da
redenção do gênero humano quanto ao preço, qualquer sofrimento de Cristo, mesmo
sem morte, seria suficiente, pela infinita dignidade da sua pessoa.
Se, porém, falamos quanto
a destinação do preço, então é preciso dizer que os demais sofrimentos do
Cristo não foram destinados por Deus Pai e pelo Cristo para a redenção do
gênero humano sem sua morte.
E isto por tríplice razão:
1. Para que o preço da
redenção do gênero humano não fosse apenas de valor infinito, mas também do
mesmo gênero; isto é, para que fossemos redimidos da morte, pela morte.
2. Para que a morte de
Cristo não fosse apenas preço da redenção, mas também exemplo de virtude, para
que os homens não temessem morrer pela verdade. E estas duas causas são assinaladas pelo Apóstolo: «a fim de destruir pela sua morte
aquele que tinha o império da morte» (Heb
2, 14),quanto ao primeiro ponto e «para
livrar aqueles que, pelo temor da morte, estavam em escravidão toda a vida» (Heb 2, 15), quanto ao segundo.
3. Para que a morte de
Cristo fosse também sacramento de salvação; pois, em virtude da morte de
Cristo, morremos para o pecado, para as concupiscências da carne e para o amor
próprio.
E esta causa está assinalada nas Escrituras: «também
Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados, ele, justo pelos injustos, para nos
oferecer a Deus, sendo efetivamente morto segundo a carne, mas vivificado pelo
Espírito» (1 Pd 3, 18).
E, por isso, o gênero
humano não foi redimido sem a morte de Cristo.
Mas, permanece verdade que
Cristo, que não apenas deu sua vida, mas ainda sofreu tanto quanto se pode
sofrer, teria pago um preço suficiente pela redenção do gênero humano, ainda
que a menor parcela de sofrimento tivesse sido divinamente destinada a este
fim; e isto, por causa da infinita dignidade da pessoa do Cristo.
Quodl. II, q. I, a. II
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
Fonte: Auxílio dos Cristãos e São Pio V.
Assinar:
Postagens (Atom)






.jpg)


